O ASTRO ( Rei )
Estando completamente no mundo da lua, interrompi por alguns dias as comunicações com a Terra. Havia que dar prioridade a outras urgências e por isso deixei-me deliciar pela falta de gravidade, não no sentido de ser grave não dar notícias, mas sim no sentido restrito de ausência.
Restabeleci as ligações e recebo um aviso da base, que um enorme objecto, tipo disco voador, se aproximaria cerca de 200 km da Lua. Teria então como missão, dirigir-me à nave, depois da devida autorização desta, tentando saber o que ela transporta e qual o seu objectivo.
Preparei a minha cadeira auto-transportadora e parti para o contacto. Depois de um pequeno chek-in, entrei por uma das muitas portas, mais concretamente aquela por onde me tinha sido comunicado que deveria entrar. Milhares de pessoas preenchiam o espaço interior, onde num dos lados estava montado um palco. Procurei o lugar que me foi indicado e sentei-me. Apagaram-se as luzes da instalação. De repente milhares de pontos vermelhos começaram a abanar na escuridão. Ouve-se o som de uma orquestra e uma voz entra, entoando:
“ Quando eu estou aqui… vivo esse momento lindo…”.
Pergunto ao vizinho do lado, como se chama a nave em forma de disco voador, e ele responde-me:
“ Pavilhão Atlântico!”
Ora, aí estava eu perante uma verdadeira estrela do romantismo, um pouco velho é certo, mas com a voz de sempre, de quem sabe cantar, acompanhado por músicos de primeira.
Fiquei a saber com detalhes, alem do horizonte, as baleias, pra sempre, é preciso saber viver. Lembrei-me que ainda existe Índia, seu corpo, os seus botões com música suave, á volta, de um café da manhã. Com proposta, a cavalgada n’o cadillac, o negro gato fez splish splash deixando a amada amante. Jesus Cristo!
Acabara de ter todas as emoções por ter contactado com um Astro a quem chamam Rei.
Restabeleci as ligações e recebo um aviso da base, que um enorme objecto, tipo disco voador, se aproximaria cerca de 200 km da Lua. Teria então como missão, dirigir-me à nave, depois da devida autorização desta, tentando saber o que ela transporta e qual o seu objectivo.
Preparei a minha cadeira auto-transportadora e parti para o contacto. Depois de um pequeno chek-in, entrei por uma das muitas portas, mais concretamente aquela por onde me tinha sido comunicado que deveria entrar. Milhares de pessoas preenchiam o espaço interior, onde num dos lados estava montado um palco. Procurei o lugar que me foi indicado e sentei-me. Apagaram-se as luzes da instalação. De repente milhares de pontos vermelhos começaram a abanar na escuridão. Ouve-se o som de uma orquestra e uma voz entra, entoando:
“ Quando eu estou aqui… vivo esse momento lindo…”.
Pergunto ao vizinho do lado, como se chama a nave em forma de disco voador, e ele responde-me:
“ Pavilhão Atlântico!”
Ora, aí estava eu perante uma verdadeira estrela do romantismo, um pouco velho é certo, mas com a voz de sempre, de quem sabe cantar, acompanhado por músicos de primeira.
Fiquei a saber com detalhes, alem do horizonte, as baleias, pra sempre, é preciso saber viver. Lembrei-me que ainda existe Índia, seu corpo, os seus botões com música suave, á volta, de um café da manhã. Com proposta, a cavalgada n’o cadillac, o negro gato fez splish splash deixando a amada amante. Jesus Cristo!
Acabara de ter todas as emoções por ter contactado com um Astro a quem chamam Rei.


13 Comments:
nunca fui, mas gostava de ir ao pavilhao atlantico!beijinho1
Eu não aprecio muito a voz de Roberto Carlos, mas reconheço que tem melodias e letras fantásticas...
Foste ver o Rei... sim sinhor! ;)
Estava ver que tão cedo não tinha leitura.
não faz parte das minhas musicas mas quem sabe um dia...
com que então foste contemplado com um bilhete.
a ele, não o iria ver, mas tem músicas lindas, cantadas por outros, eu sei.
...sem dúvida que continua a saber bem ouvi-lo cantar...
em adolescente adorava-o...
estava a ver que a Lua te tinha engolido...
boa semana
bjs
sortudo...............
eu vou lá em Julho :o)
Eu não gosto muito dele, apenas de algumas músicas. Mas gosto é gosto, né?
Não te quero assustar, mas, não estavas num nave espacial. Por horas, regressaste à terra.
Rei? hmmm...no coments.
.... este comentário aqui veio do mundo da lua..... um abraço forte e obrigado pela visita... seu amigo..
E adoraria ter visto, ouvido e Rei. Para me lembrar de quando cantava a Montanha em alto som!
Beijos cinzentos para o espaço lunar!
Tanto na lua como em outras galaxias há musicas que fazem parte do universo,a minha nave teve problemas técnicos e abortou a viagem
beijos
Camarada A.
A sua viagem ao planeta Terra foi bem conseguida.
Esse %d/i#sf@}c§e da nave deu resultado.
f6347hjjf8l
Bom regresso à missão.
Um abraço
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